RELAÇÃO COMERCIALBRASIL x EUA
- sindivestedesign
- 14 de jul. de 2025
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O quadro ao lado apresenta o saldo anual da relação comercial entre os EUA e o Brasil. Os valores positivos significam um saldo positivo para os EUA, ou seja, eles exportaram mais para o Brasil, do que o Brasil exportou para os EUA em US$.
Desde de 2009 o saldo é positivo para os EUA. Após forte queda do saldo no governo Dilma II, a vantagem voltou a crescer em favor dos EUA ao longo do período do governo Bolsonaro, atingindo a máxima de US$ 13,9 bilhões em 2022.
Com a eleição de Lula III, a tendência reverteu, recuando drasticamente para apenas US$ 1,0 bi em 2023 e US$ 0,3 bi em 2024.

Ao lado temos a evolução do acumulado em 12 meses das importações brasileiras com origem nos EUA, assim como das exportações brasileiras com destino aos EUA.
Nos últimos meses, com a eleição do Lula III, presenciamos um forte recuo das importações com origem nos EUA, embora
com um aumento das exportações brasileiras para os EUA.
Hoje a balança se encontra praticamente no zero a zero, mostrando um equilíbrio da relação comercial entre os dois países.

O quadro ao lado reforça que a participação do bloco da América do Norte nas exportações brasileiras vem caindo ao longo dos últimos anos, com o rápido avanço do bloco asiático, que já totaliza 41,6% das exportações do Brasil em mai/25.
O bloco da Europa está em segundo, com 18,6%, seguido pela América do Norte com 16,5% das exportações brasileiras.

O gráfico ao lado, que apresenta a relação US$ / Kg das exportações brasileiras, reforça que os produtos destinados à Ásia são predominantemente de menor valor agregado.
As exportações brasileiras destinadas aos países da América do Sul possuem valor agregado muito mais elevado, chegando a quase 6x o valor do bloco asiático.







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