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Fred Lessa fala sobre carreira e da dicas para que marcas possam crescer no mercado

 

 

No mercado comercial da moda há 17 anos Fred Lessa começou a carreira cedo. Formado em jornalismo pelo IESB e com MBA em Fashion Business pela Universidade Anhembi Morumbi, esteve à frente das principais marcas nacionais como:  Daslu, Pop Up Store, Letage, Glória Coelho, Francesca Giobbi, Rosa Chá, John John dentre outras.

 

“Comecei no varejo, há alguns anos atrás aqui em Brasília. Gostava de trabalhar com o varejo de moda, fiz jornalismo e depois fui para São Paulo fazer fashion business, entrei no universo do atacado e fiquei por bastante tempo. Passei por algumas marcas, fiz mercado de luxo, fiz fast fashion, prêt-à-porter e sempre foi como gerente comercial até que em certo momento decidi que precisava expandir o meu conhecimento comercial para outras marcas e comecei a dar consultoria para as marcas de atacado”, conta Fred.

 

Em uma carreira longa os desafios enfrentados ao longo do caminho não são poucos, entre os maiores deles o fashion business destaca o período no qual trabalhou para o grupo “Restoque”. “Trabalhar para empresa S.A é muito difícil porque é tudo muito burocrático, as metas são muito altas trabalhando com banqueiros e os números eles nem sempre batem com a realidade de mercado. E outro desafio é passar marcas do formato de pronta entrega (varejo) para pedido atacado também é desafiador e esses foram os maiores desafios na minha carreira até agora”, explica.

 

Sobre a importância de se colocar em pauta assuntos como “moda sustentável”, Fred concorda. “ As marcas de fast fashion estão se reinventando e tomando consciência de que é completamente feio, não tem nada de chique você ficar comprando roupa o tempo inteiro sem um fundamento dentro da sua vida, e hoje as pessoas não compram por comprar,  elas querem um significado. Pesquisas mostram que as pessoas estão preocupadas em saber quem faz a sua roupa, se aquela marca está engajada em algum projeto social, se ela levanta questões políticas que o país dela está enfrentando… Essa é uma pauta que está em alta muito tempo fora do Brasil, e chegou aqui de um jeito muito forte porque as pessoas estão muito ligadas nessas questões, você vê pelo crescimento de algumas marcas e decadência de algumas outras, esse reajuste as essas  necessidades de sustentabilidade, de um trabalho mais humano. Quem começar com uma moda sustentável agora a se inserir no mercado de atacado vai colher bons frutos”, conta. 

 

Para atingir o sucesso esperado, Fred deixa três dicas para as marcas brasilienses, sendo elas: Conhecer o mercado, fazer um esboço da identidade da marca e visão de quem ela pretende ser, e por último, estudar o mercado no qual se deseja entrar. “Essas são três dicas fundamentais para você se lançar no mercado de uma forma a ser visível”, sugere. Já para melhorar o mercado da moda em Brasília, Fred explica que o caminho é a comunicação. “As marcas precisam parar de se esconder, buscar pessoas e empresas como o Sindiveste e o Sebrae  que possam ajudar a melhorar essas empresas, têm que entender como o mercado funciona para entrar nesse mercado de forma mais madura”, explica.

 

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