Talento em ascensão! Max Rocha fala sobre fotografia de moda em Brasília

 

A fotografia de moda andava meio parada em Brasília nos últimos anos, mas desde o final de 2014 um nome tem sido responsável por oxigenar essa cena, atraindo a atenção do mercado com seu olhar cada vez mais fresco e atual. O jovem Max Rocha, de 25 anos, foi além do mood lookbook e das referências datadas e entregou ao segmento local um trabalho que a era da imagem merece, com muita originalidade, cuidado e sensibilidade às necessidades das novas gerações.

 

Tanto tato, contudo, não foi concebido por acaso, pois não estamos falamos sobre alguém que se intitula fashion photographer, mas de uma pessoa que estudou todos os aspectos dessa indústria tão peculiar. Max cursou Design de Moda no Iesb e foi lá que aprendeu os conhecimentos que agregaram valor em seus cliques. No âmbito acadêmico, também, foi onde o fotógrafo encontrou seus sócios Igor Borges e Sabrina Pessoa, que, ao lado dele, comandam a Committee Agency, um coletivo de comunicação em moda, mas isso é assunto para outro post.

 

Em constante evolução e adaptação, o brasiliense transita por diferentes fases. Começou com uma pegada mais vintage, em editoriais 90’s ou com características folk e migrou para um DNA vaporwave e aesthetic, que resultou em seu atual momento. “Minha vibe agora é meio sci-fi/futurista. Estou gostando de fotos dramáticas e expressivas, que tenham alguma ação ou movimento. Gosto da ideia da foto parecer uma cena, onde você conseguir imaginar ou visualizar uma história ou acontecimento olhando para ela”, explica.

 

Nos aspectos mais técnicos, os contrastes de tons, os planos abertos e a luz natural conduzem a linha de trabalho do fotógrafo, que sempre procura valorizar o céu e o traços naturais em suas composições. “Gosto de usar perspectivas e ângulos abertos, cores puras e imagem nítida. Com cada projeto existe um tipo de ligação pessoal, seja com o título, trilha ou fotos específicas. Cada foto lembra algum momento ou pode retratar sentimento”, conta ele, que planeja uma exposição para o próximo ano.

 

Para Max, mais do que vender um produto, a fotografia de moda tem o papel de contar uma história, seja por meio de uma narrativa, de um conceito ou de um posicionamento transmitido nos elementos da imagem. “Essa comunicação que ocorre com o consumidor ou apreciador da arte cria uma espécie de elo entre ele, o fotógrafo e a marca. É muito importante entender isso para conceber um trabalho”, acredita.

Sobre o futuro do segmento, o fotógrafo aposta na colaboração com outras áreas criativas e na popularização dos fashion vídeos.  “O avanço e democratização da fotografia, por meio de câmeras mais acessíveis, celulares e internet, trazem um aumento da competitividade e um estímulo à inovação. A evolução acontece exatamente nesses aspectos. Na valorização da criatividade e qualidade do resultado final, se tornando cada vez mais indispensável a participação de todos os membros que compõe o processo de produção: modelos, styling, design gráfico, beleza, direção de arte, assistentes e por aí vai. Uma boa fotografia de moda é sempre o resultado final do trabalho duro de todos os profissionais envolvidos no processo”.

 

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