Finíssimo Aposta: Saiba mais sobre a Surtô, marca de bodies da estilista Natalia Evangelista

27/06/2018

Os bodies foram por muito tempo itens garantidos no guarda-roupa da goianas, mas, se depender da estilista Natalia Evangelista, as peças de elastano que acentuam a forma feminina vão fazer também a cabeça das brasilienses. Com recortes que exalam sensualidade e texturas diferenciadas, a designer tem conquistado as consumidoras mais irreverentes da capital federal com a sua Surtô.

 

Natalia, que tem 29 anos, está inserida na moda há dez. Trabalhando em grandes marcas, como Forum, Animale e Daslu, a brasiliense se apaixonou pelo segmento e resolveu apostar nele, porém, a revenda pareceu ser mais interessante do que o corpo a corpo nos shopping centers. “Eu sempre gostei de bodies, mas nunca encontrava modelos interessantes quando ia comprar novas peças para revender, então resolvi procurar costureiras que pudessem fazer os modelos que eu escolhesse. Fui a Goiânia, pesquisei muito sobre tecidos e mandei fazer”, lembra.

 

 

Até chegar à Surtô, a designer teve duas outras etiquetas, mas, ao se associar à sua tia, elas decidiram batizar o projeto com um nome mais adequado ao novo perfil da marca. “Resolvemos nos voltar a um público mais jovem, descolado e irreverente, o que deu certo, já que nossas vendas cresceram.  Atualmente, a cada coleção, produzimos 120 peças”, revela.

 

Vestindo celebridades como Valesca Popozuda e Gabrielle Prado, que é a inspiração da nova coleção da Surtô, Natalia viu a procura por suas peças crescer, o que estimulou a estilista a inaugurar um serviço de bodies personalizados. “Fazemos bodies para despedidas de solteira, formaturas ou qualquer encomenda que vier. Acima de cinco peças, podemos fazer com exclusividade de cor e tecido”.

 

 

 

Todos os modelos da marca são idealizados por Natalia, que se inspira naquilo que vê em suas redes sociais e na internet, readaptando com as características de sua criação. A execução dos modelos, contudo, é feita no Goiás, já que ela ainda não encontrou uma boa mão de obra no DF. “É muito difícil encontrar boas costureiras por aqui. É realmente muito escasso. Só consegui encontrar alguém que atenda minhas necessidades no entorno”, afirma.

Durante o período da Copa, Natalia investiu em uma coleção temática, que está sendo trabalhada junto com seu mais recente compilado, porém, a designer já está de olho em suas próximas peças, que talvez podem trazer as primeiras estampas idealizadas pela estilista. “Tenho trabalhado texturas e cores marcantes, mas, com certeza, a estamparia pode ser um próximo passo. Estou avaliando as possibilidades”, diz.

 

 

 

 

 

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